Quando uma seguradora recusa um sinistro ou paga uma indemnização muito inferior ao custo real da reparação, a reação mais comum é pensar em advogados, ações judiciais ou processos judiciais.
Quando uma seguradora recusa um sinistro ou paga uma indemnização muito inferior ao custo real da reparação, a reação mais comum é pensar que a única saída é ir a tribunal.
Se hoje você está em dúvida entre "reclamar agora" ou "esperar um pouco", minha receita é simples: documente, envie notificações por e-mail e organize sua linha do tempo.
O granizo é um dos riscos mais temidos no campo.
O boom das placas solares revelou um problema frequente: muitas apólices não refletem corretamente o seu valor nem os seus riscos. Após danos causados por granizo, vento ou sobretensão, as seguradoras tendem a subestimar a instalação, propor substituições parciais ou ignorar danos ocultos que afetam o desempenho e a vida útil. Rever a apólice e a avaliação técnica é fundamental para evitar aceitar uma indemnização insuficiente que não permita uma recuperação real do sistema fotovoltaico.
O granizo pode causar danos graves em questão de minutos.
Quando ocorre um desastre natural de grande magnitude — uma tempestade tropical, um terramoto ou uma erupção vulcânica — surge sempre a mesma pergunta: isto é coberto pelo meu seguro ou pelo Consórcio de Seguros?
Por que muitas reclamações são arquivadas sem pagamento (e quando faz sentido reclamar) Receber uma notificação de "arquivamento do processo após inspeção" é um dos momentos mais frustrantes
Quando uma seguradora quer encerrar um processo sem assumir o custo real do sinistro, há duas frases que aparecem repetidamente: > «Esse dano já existia antes.» > «Isso é falta de manutenção.»
Quando ocorre um sinistro e a seguradora aceita a cobertura, a maioria dos segurados presume que a indenização chegará "na hora certa".