Sofreu lesões ou sequelas? Ajudamos a reclamar o que lhe é devido por danos pessoais, tratamentos e prejuízos económicos.
Defendemos a sua indemnização por danos pessoais e médicos com critério e rigor.
Em caso de danos pessoais, uma primeira avaliação médica nem sempre reflete a extensão da lesão, as sequelas ou o impacto económico. Analisar o processo com critérios médicos e técnicos permite detetar encerramentos prematuros, despesas não incluídas e ofertas que não correspondem aos danos sofridos. A equipa da MataSeguros está à sua disposição para o ajudar com uma variedade de soluções para analisar, reclamar e maximizar o que lhe é devido.
Avaliação de danos pessoais
Análise médica e técnica dos dias de recuperação, sequelas e danos reais, evitando o encerramento prematuro do processo e avaliações abaixo do valor real.
Lesões e sequelas
Reclamação por lesões persistentes ou sequelas que limitam a sua vida pessoal ou profissional, mesmo que a seguradora tente encerrar o caso.
Despesas médicas e reabilitação
Revisão de despesas médicas, reabilitação e tratamentos recusados ou não cobertos, quando o seguro aplica exclusões ou limites de forma incorreta.
Baixas laborais
Avaliação do impacto económico das baixas laborais prolongadas, perda de rendimentos e limitações para regressar ao trabalho, especialmente em trabalhadores independentes e profissionais liberais.
Acompanhamento médico e evolução
Supervisão da evolução das lesões e coordenação para a sua avaliação, evitando altas médicas ou encerramento do processo antes que os danos estejam estabilizados.
Negociação e encerramento do processo
Negociação da indemnização pela nossa equipa e revisão de todos os itens para evitar acordos prematuros, incompletos ou insuficientes.
Descubra como podemos ajudá-lo a proteger os seus direitos e a obter o maior rendimento possível da sua seguradora.
Casos frequentes de reclamação por danos pessoais e médicos
Na MataSeguros, analisamos sinistros para detectar subvalorizações de danos pessoais, omissões e encerramentos prematuros.
Lesões com sequelas permanentes ou persistentes
Lesões que não cicatrizam completamente ou que deixam limitações físicas, dor persistente ou sequelas a longo prazo. Em muitos casos, a avaliação médica é feita muito cedo, sem esperar pela estabilização real do dano, o que resulta em indemnizações insuficientes.
Despesas médicas rejeitadas ou não cobertas
Tratamentos, exames médicos, reabilitação, medicação ou despesas de saúde que a seguradora recusa total ou parcialmente alegando exclusões, limites da apólice ou falta de justificação médica, apesar de estarem relacionados com o sinistro.
Baixas laborais prolongadas e perda de rendimentos
Situações em que uma lesão obriga a prolongar a baixa médica, reduzir a atividade profissional ou deixar de trabalhar temporariamente, gerando uma perda de rendimentos que nem sempre é avaliada ou indemnizada corretamente pelo seguro.
Avaliação médica concluída antes da estabilização
Casos em que a seguradora propõe uma indenização e encerra o processo quando as lesões ainda não evoluíram completamente, sem levar em conta possíveis sequelas, recaídas ou a evolução médica real do dano.
Agravamento de patologias prévias
Casos em que um acidente agrava uma lesão ou condição pré-existente e a seguradora tenta não assumir a responsabilidade ou reduzir a indemnização alegando pré-existência, apesar de o sinistro ter causado um agravamento real e comprovável.
Relação causal entre acidente e lesão
Análise médica para confirmar que as lesões resultam do acidente e não de patologias prévias, quando a seguradora questiona isso.
Perguntas frequentes
Aqui encontrará respostas rápidas sobre o processo, os prazos e o que precisa para começar.
São considerados danos pessoais indemnizáveis as lesões físicas ou psíquicas decorrentes de um acidente ou sinistro coberto, incluindo o tempo de recuperação, as sequelas permanentes, os danos estéticos e o impacto funcional ou laboral que causam. A indemnização depende de uma avaliação médica correta e da forma como a evolução das lesões é documentada.
Sim. Para reclamar corretamente uma indemnização por danos pessoais, é imprescindível dispor de relatórios médicos que comprovem o diagnóstico, o tratamento recebido, a evolução das lesões e, se for o caso, as sequelas. Sem documentação médica adequada, a seguradora pode minimizar ou rejeitar parte da reclamação.
A seguradora pode propor o encerramento do processo, mas isso não significa que seja correto aceitá-lo. Se a lesão não se estabilizou, as dores persistem ou o tratamento continua, encerrar o caso pode fazer com que as sequelas e o impacto real do dano não sejam avaliados adequadamente.
Algumas lesões revelam a sua real gravidade semanas ou meses após o acidente. Se as sequelas não tiverem sido consideradas na avaliação inicial, é possível rever o processo, desde que se justifique clinicamente a relação entre a lesão e o acidente original.
Sim, em determinados casos, é possível reclamar a perda de rendimentos resultante de uma baixa prolongada, especialmente no caso de trabalhadores independentes, profissionais liberais e pessoas com atividade económica própria. Para tal, é necessário justificar o impacto económico real e a sua relação direta com a lesão sofrida.
Quando a seguradora recusa despesas médicas alegando exclusões ou limites, é necessário rever a apólice e a relação dessas despesas com o sinistro. Em muitos casos, a recusa baseia-se numa interpretação restritiva que pode ser revista e contestada com critérios técnicos.