Cuando una aseguradora rechaza un siniestro o paga una indemnización muy inferior al coste real de reparación, la reacción más habitual es pensar en abogados, demandas o juicios, sin embargo puede que te estés precipitando en involucrar un abogado cuando tu reclamación podría ser de resuelta con una reclamación técnica.
No entanto, a experiência demonstra que a maioria das reclamações ao seguro não falha por falta de direitos, mas por uma avaliação incorreta ou incompleta dos danos, ou seja, a reclamação não é uma questão legal, mas sim uma reclamação técnica na avaliação dos danos.
El problema, en la mayoría de casos, no es la ley, es de como esta evaluado el daño.
O erro mais comum ao reclamar ao seguro
Muitas pessoas começam o processo de reclamação pelo fim:
- advogados
- escritos legales o incluso amenazas a la aseguradora con denuncias
- processos judiciais
O problema é que nenhuma via legal pode funcionar sem uma base técnica sólida.
Um juiz não pode decidir:
- quais são os danos existentes
- quanto custam
- quais partidas faltam
a menos que haja previamente uma perícia técnica especializada que o comprove.
O verdadeiro conflito com as seguradoras
Na maioria dos sinistros:
- a apólice cobre os danos
- o sinistro é reconhecido
- o desacordo aparece na avaliação
Ou seja:
- danos não incluídos
- partidas subvalorizadas
- critérios restritivos
- aplicação incorreta de subseguro
Tudo isso é técnico, não jurídico.
Estão a pagar-lhe menos do que custa a reparação?
Se a indemnização que lhe ofereceram não cobre a reparação real, o problema geralmente está na avaliação, não na cobertura.
Pode verificar como trabalhamos estes casos aqui:
Reclamações recusadas e pagamentos em baixa
Contestar a avaliação: o ponto-chave
A forma mais eficaz de resolver muitos conflitos com seguradoras é contestar a avaliação dos danos, não discutir a norma.
Isso é feito através de:
- análise técnica independente
- revisão detalhada de partidas
- contraste de medições e critérios
- negociação baseada no dano real
Quando esse trabalho é bem feito, muitos casos são resolvidos sem a necessidade de levar o conflito aos tribunais.
O papel do perito da parte
A nomeação de um perito da parte permite ao segurado:
- ter um especialista ao seu lado
- revisar o sinistro em condições de igualdade
- analisar conjuntamente os danos com o perito do seguro
- corrigir omissões e avaliações negativas
Na prática, este caminho é:
- mais rápida
- menos conflituosa
- mais eficaz
E evita, em muitos casos, agravar o problema.
Quando entra o terceiro perito?
O terceiro perito é o próximo passo quando:
- os dois peritos não chegam a um acordo
- existe um desacordo técnico persistente
A sua função é:
- analisar ambas as posições
- emitir uma avaliação imparcial
É uma ferramenta útil, mas nem sempre necessária se a abordagem inicial for sólida.
E os organismos e a via legal?
Existem outras vias:
- defensor do segurado
- Direção Geral de Seguros
- via judicial
São opções válidas em determinados casos, mas:
- não substituem uma perícia técnica
- não quantificam os danos por si próprios
- costumam chegar após a análise técnica
A via legal faz sentido quando o dano já está bem comprovado e quantificado.
Conclusão
A maioria das reclamações ao seguro não é perdida por falta de fundamento, mas por falta de uma abordagem técnica adequada.
Antes de discutir direitos, é preciso demonstrar o dano.
Antes de ir a julgamento, é preciso quantificá-lo.
Faz sentido rever o seu caso?
Se o seu sinistro:
- foi rejeitado
- foi fechado às pressas ou você acha que nem todos os detalhes técnicos foram abordados (tanto em conteúdo, continente, limitações da apólice)
- ou a indemnização não cobre a reparação real
uma revisão técnica independente pode fazer toda a diferença.
Descubra como podemos ajudá-lo neste tipo de reclamações:

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