Quando ocorre um desastre natural de grande magnitude — uma tempestade tropical, um terramoto ou uma erupção vulcânica — surge sempre a mesma pergunta: isto é coberto pelo meu seguro ou pelo Consórcio de Seguros?
Processos bloqueados, peritos que não respondem e meses de silêncio da seguradora ou do Consórcio: por que isso acontece e o que o segurado pode fazer para desbloquear o pedido de indenização.
Quando ocorre um sinistro e a seguradora aceita a cobertura, a maioria dos segurados presume que a indenização chegará "na hora certa".
E então você descobre que o seguro não cobre tudo, que a seguradora aplica a temida regra proporcional e que o problema vem de algo tão simples quanto a superfície declarada na apólice.
Introdução Quando ocorre um sinistro numa comunidade de proprietários — uma tempestade, uma inundação ou um incêndio — muitos proprietários descobrem que não têm a certeza do que o seguro realmente cobre.
Uma infiltração na parede, um cano partido, o teto da casa de banho do vizinho a ceder...
Contrata um seguro, paga os prémios e pensa que, aconteça o que acontecer, estará coberto.
Após uma DANA, muitas indemnizações ficam aquém do esperado devido a avaliações baixas ou reclamações mal apresentadas, e não por falta de cobertura.
Após uma DANA, muitas pessoas assumem que, se o Consórcio de Compensação de Seguros intervir, a indemnização será paga automaticamente e corretamente.